segunda-feira, 17 de julho de 2017

Projeto quer liberar a entrada de animais em hospitais públicos para visitar pacientes

DA REDAÇÃO

Imagem Internet
Resultado de imagem para Projeto de lei pode liberar a entrada de animais de estimação em hospitais de São Paulo.
Alguns hospitais já adotaram programas com cães em terapias.

Os animais têm sido utilizados nos Estados Unidos para tranquilizar viajantes ansiosos ou com medo de avião. No Brasil, a participação dos bichos no tratamento de pacientes também se mostra eficiente.

Segundo a pesquisa “Desenvolvendo a afetividade de idosos institucionalizados através de animais”, elaborada pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP (Universidade de São Paulo), a zooterapia – tratamento de pessoas por intermédio de animais – trouxe benefícios positivos à qualidade de vida dos idosos.

O assunto ganhou força na Câmara Municipal de São Paulo com a tramitação do Projeto de Lei (PL) 355/2017, do vereador Rinaldi Digilio (PRB), que trata da liberação de animais de estimação em hospitais públicos para visitar pacientes internados. A proposta prevê que os bichos autorizados deverão estar com a vacinação em dia, higienizados com laudo veterinário e atestando a boa condição do animal.
A proposta ainda determina mais regras para que os animais possam entrar nos hospitais. No caso de cães e gatos, eles devem estar em guias presas por coleiras e os hospitais criarão normas e procedimentos próprios para organizar o tempo e o local de permanência dos bichos na visitação.
A justificativa de Digilio defende que um paciente internado pode ter em seu animal de estimação um refúgio de carinho e alegria. Os argumentos trazem a opinião da psicóloga e diretora da Pet Terapeuta, Karina Schtz, que estudou por mais de três anos na Inglaterra e comprovou que o estímulo dos pets em ambientes hospitalares, por exemplo, ajuda não somente o paciente, mas toda a equipe que convive com o animal.
O Projeto de Lei está em tramitação na Câmara e precisa passar pelas Comissões de mérito antes de ser debatido em Plenário pelos vereadores. Se aprovada, a medida segue para sanção ou veto do prefeito João Doria (PSDB).
Fonte: camara.sp.gov.br -  Imagem Internet

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