domingo, 28 de maio de 2017

Adolescente usa o karatê para superar deficiência em Ouro Preto do Oeste

Com apenas quatro meses de treinamento, Thalles conquistou uma medalha de ouro e uma de bronze em um campeonato realizado em São Miguel do Guaporé

Por Marco Bernardi, Ji-Paraná

Adolescente usa o karatê para superar deficiência (Foto: Marco Bernardi)
Adolescente usa o karatê para superar deficiência (Foto: Marco Bernardi)

O karateca Thalles Renne da Silva conquistou duas medalhas em um campeonato disputado em São Miguel do Guaporé. O atleta mirim de Ouro Preto do Oeste foi campeão na categoria kumitê e bronze na modalidade katá. Thalles começou a treinar a pouco mais de quatro meses e usou o esporte como forma de superar uma deficiência auditiva.

Thalles tem apenas 11 anos e começou a treinar a cerca de quatro meses. Ele tentou outros esportes antes, mas se encontrou nos tatames. O garoto nasceu surdo e em sua primeira competição conseguiu conquistar as medalhas.

Ele estava muito estressado por conta da surdez. Tentei colocar ele no futebol, mas ele não gostou. Depois tentamos natação e judô, mas ele também não quis. No karatê ele se destacou e conseguiu ganhar essas duas medalhas – conta Marcio Rene dos Santos, pai de Thalles.

Com o esporte, Thalles conseguiu vencer o estresse, além de melhorar seu desempenho na escola e dentro de casa. No início, o pai do jovem atleta foi contra a participação dele em uma competição, mas depois de ver o filho nos tatames está orgulhoso do resultado do garoto.

O sensei deu a ideia de ele participar do torneio, no início eu não gostei, mas acabei aceitando e ele foi muito bem. Desde que ele começou a treinar, seu comportamento mudou totalmente. Nunca mais recebi uma reclamação da escola e as notas melhoram, o karatê mudou a vida dele – conta o pai do garoto.


Órgão da ONU estima que custo social da zika pode alcançar R$ 5,6 bilhões

Lalo de Almeida/Folhapress
Raquel de Araujo, 28, e as filhas gêmeas Heloá (dir.) e Heloísa (esq.), ambas com microcefalia
Raquel de Araujo, 28, e as filhas gêmeas Heloá (dir.) e Heloísa (esq.), ambas com microcefalia

por Marcelo Leite - Folha de Sao Paulo

Quanto custaram ao Brasil a epidemia de zika e os casos resultantes de microcefalia e da síndrome de Guillain-Barré? Algo entre R$ 3,3 bilhões e R$ 5,6 bilhões entre 2015 e 2017 –nos melhores cenários.

Esse seria o custo só de curto prazo. Se incluídos os de longo prazo, como cuidados do sistema de saúde e da família com as crianças e os doentes, a conta subiria para um valor de R$ 14 bilhões a R$ 40 bilhões.

Ainda há o pior cenário. Neste caso, o país perderia um total de R$ 15 bilhões, no curto prazo, e R$ 142 bi, tudo somado, a perder de vista.

Esta última perspectiva é muito improvável. Ela supõe que 73% da população seria infectada, coisa que só se viu na Polinésia Francesa, ilhas com uma população diminuta, de cerca de 285 mil pessoas, concentrada num território homogêneo, que facilita a propagação do vírus.

As estimativas sobre o Brasil são do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Em parceria com o Crescente Vermelho e a Cruz Vermelha, o órgão da ONU produziu o relatório "Avaliação do Impacto Socioeconômico do Vírus da Zika na América Latina e no Caribe", que está disponível na internet em em espanhol e  em inglês

Para a região toda, América Latina e Caribe, o custo de 2015 a 2017 subiria para algo entre US$ 7 bilhões (R$ 23 bilhões) e US$ 18 bilhões (R$ 59 bilhões). Isso considerando uma taxa de infectados na população de no máximo 20%.

Os autores do estudo puseram na conta vários tipos de gastos, como os realizados para diagnosticar e tratar pessoas com sintomas, assim como a assistência mais imediata aos bebês nascidos com microcefalia e a suas mães.

O custo maior, entretanto, desponta nos cálculos referentes ao longo prazo. Aqui o que mais pesa são os meses ou anos de trabalho perdidos pelos indivíduos afetados por sequelas cerebrais e o afastamento do mercado de trabalho, temporário ou permanente, de seus parentes –quase sempre as mães.

Evidentemente, o estudo não quantificou todo o sofrimento vivido pelos doentes e seus familiares. Isso, afinal, não tem preço.

Para o restante, há os gastos governamentais voltados a mitigar os efeitos sociais da epidemia (se não faltar dinheiro e se a burocracia conseguir fazer que ele chegue às mães).

O relatório registra em tom elogioso o pagamento, no Brasil, de um salário às famílias de crianças microcéfalas. Contudo, anota também que o valor corresponde a apenas um sexto do ônus real da perda de renda que recai sobre o domicílio.

Não têm faltado reportagens, por outro lado, sobre as agruras enfrentadas pelas mulheres pobres do Nordeste para obter o benefício –sem mencionar o difícil acesso a especialistas, como neurologistas, fisioterapeutas e fonoaudiólogos.

Isso tudo serve para que ponham as barbas de molho todos aqueles tomados de alívio quando o governo federal e a Organização Mundial da Saúde retiraram o status de emergência conferido à zika. Em realidade, o drama apenas começou.

Agora imagine quanto teria custado ao país controlar efetivamente o mosquito Aedes aegypti, coisa que nunca logrou fazer. Ninguém sabe ao certo quanto se gasta com dengue, chikungunya e febre amarela (igualmente transmitidos pelo Aedes), mas decerto será menos do que se despendeu até aqui.

Alguém precisa fazer essa conta.




Hospitais do Estado têm 108 pacientes internados sem identidade conhecida

Delegacia especializada em pessoas desaparecida ajuda nas investigações

Juca Guimarães, do R7

Juca Guimarães/Montagem R7
Os hospitais alimentam o cadastro de pacientes que foram internados sem documento e não sabem quem são

Mais de uma centena de pessoas estão internadas na rede pública de Saúde do Estado de São Paulo sem que os médicos saibam o nome, quem são os parentes e qual o seu endereço.

Para tentar descobrir o passado desses pacientes, e assim ter informações mais completas que possam ajudar no tratamento, a Secretaria Estadual de Saúde mantém um banco de dados virtual com fotos e características dos pacientes que deram entrada nos hospitais sem documentos e sem acompanhante. No cadastro do Estado, eles são identificados por números.

Segundo a Secretaria de Saúde, são os próprios hospitais que alimentam o banco de dados. Entre as informações disponíveis sobre os pacientes sem identificação estão: idade aparente, cor, altura, peso, traços característicos (como tatuagem ou cicatriz) e o endereço do hospital onde está internado. O cadastro também traz o nome e o e-mail de contato do serviço social da instituição de saúde.

Em alguns casos, quando o paciente apresenta algum nível de lucidez, também é informado o nome pelo qual ele próprio se identifica. No CAISM (Centro de Atenção Integrada de Saúde Mental) da Santa Casa de São Paulo, no bairro da Vila Mariana, na zona Sul da capital, uma paciente negra, de aproximadamente 50 anos, 1,56m, olhos e cabelos pretos, disse que se chama Neusa Aparecida Gomes. No banco de dados dos pacientes sem identificação, ela é o número 691.

Alguns pacientes desconhecidos aparentam ser bem jovens. É o caso de um rapaz de, no máximo, 23 anos, que está internado no hospital Santa Marcelina, em Itaquera, na zona Leste da capital. Ele é o número 676, tem a pele parda, olhos e cabelos castanhos. A altura estimada pelos médicos é de 1,65 m e pesa 70 kg.

Clique AQUI e veja todos os 103 pacientes não identificados que estão internados na rede estadual de São Paulo.

Polícia

A Polícia Civil de São Paulo tem um departamento de investigação de pessoas desaparecidas que também atua na identificação dos pacientes internados sem documentação.

Para colaborar com as buscas, a legislação prevê que as unidades de saúde comuniquem à Delegacia de Pessoas Desaparecidas (4ª Delegacia do DHPP) a respeito das ocorrências envolvendo pessoas desacompanhadas, em estado inconsciente, de perturbação mental ou impossibilitadas de se comunicar, fornecendo o máximo de detalhes, como características físicas e vestimenta. A partir daí, são realizadas pesquisas nos bancos de dados disponíveis à Polícia Civil para a identificação desse paciente e a pronta comunicação aos familiares sobre o paradeiro.

Uma ferramenta que contribui com o trabalho da especializada é a coleta de impressões digitais desses pacientes, por meio de uma equipe especializada do IIRGD (Instituto de Identificação Ricardo Glumbleton Daun).

Abandono

A família, quando identificada, tem o dever legal de prestar apoio ao paciente. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os parentes que não cuidarem do familiar doente podem ser responsabilizados por crime de abandono material. Esse tipo de denúncia pode ser feita em qualquer distrito policial.



Primeiro trailer de 'Extraordinário' emociona a internet; assista - Veja o vídeo.

Filme com Julia Roberts, Jacob Tremblay e Sônia Braga chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de novembro

por Estado de Minas

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Jacob Tremblay interpreta seu segundo papel de destaque em 'Extraordinário'. (foto: Lionsgate/Reprodução)

Na manhã desta quarta-feira, 24, foi divulgado o primeiro trailer da adaptação cinematográfica do livro Extraordinário, de R. J. Palacio. O longa é protagonizado por Jacob Trembley, Julia Roberts e Owen Wilson.

O vídeo que vem emocionando a internet mostra o primeiro dia de escola de Auggie (Tremblay), garoto de 10 anos que nasceu com uma desordem craniofacial congênita e vai começar a frequentar a escola pela primeira vez. Tudo o que o garoto quer é ser tratado como uma criança normal e, para isso, ele terá de enfrentar a crueldade de seus colegas enquanto seus pais temem por sua estabilidade emocional.

Extraordinário, best-seller que liderou a lista de mais vendidos do New York Times, tomou conta das redes sociais nesta quarta. O título do filme figura entre os assuntos mais comentados do Twitter e nas mensagens postadas os fãs comemoram a chegada do filme. ''Eu tô chorando e não é pouco com esse trailer'', comentou uma internauta.

O longa é dirigido por Stephen Chbosky (As vantagens de ser invisível, 2012) e, no elenco ainda conta com a atriz brasileira Sônia Braga no papel da avó de Auggie e mãe de Julia Roberts.

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de novembro.

Abaixo, confira o trailer:

Fonte: uai.com.br

Ela perdeu suas pernas quando era menina e hoje é uma atleta vencedora! Uma grande história de superação!

Qian Hongyan é uma jovem de 19 anos que foi atropelada por um caminhão quando tinha só 4 anos.

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Como consequência do acidente, ela perdeu suas pernas e agora pode recordar como era caminhar.

Depois de ter as pernas inteiras amputadas, a família de Quian não contava com recursos para reabilitação ou prótese.

Mas o esperto do seu avó fez algo incrível. Ele colocou uma bola de basquete sob ela para que pudesse se deslocar. A menina contava com a ajuda de uns ferros que funcionavam como muleta.

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Deste modo, a menina conseguia se mover e viver junto aos seus companheiros. Em 2005, Qian foi fotografada utilizando a bola e pouco a pouco foi se tornando famosa nos meios de comunicação locais. Muitas pessoas, comovidas com a sua história, começaram a angariar fundos para ajudá-la. Assim, conseguiram enviá-la para Pequim, onde finalmente conseguiu suas primeiras pernas de prótese.

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Em 2007, ela se uniu a uma equipe de natação que se dedica a integrar crianças com deficiências diferentes. Depois de dois anos de treinamento pesado, em 2009 ela se tornou campeã nacional do Evento Paralímpico de Natação.

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E como era de se esperar, esta lutadora inata competiu nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro em 2016. Este menina treina todos os dias e continua se esforçando ao máximo para ser a cada dia uma atleta e pessoa melhor. Ela é um exemplo de inspiração para todo mundo e nos ensinou a valiosa lição de superar-nos e não desistir jamais, sem se importar com os obstáculos.

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Fonte: perfeito.guru

Este senhor tem uma deficiência física, mas isso não lhe impede de viver intensamente! - Veja o vídeo.

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A cada quatro anos acontece um evento esportivo magnífico. Não, não se trata da Copa do Mundo de Futebol nem dos Jogos Olímpicos. Trata-se dos Jogos Paralímpicos, um evento no qual competem pessoas com deficiências físicas em uma diversidade de esportes, demonstrando-nos que nunca se deve parar de lutar pela vida, ainda no caso em que sofremos algum acidente que mutile parte de nosso corpo ou tenhamos alguma deficiência de nascença. Eles demonstram que o importante é viver, pois é o presente mais valioso que temos.

Esta história não trata de um desses atletas paralímpicos, mas sim de um homem que poderia ser, pois apesar de perder os braços em um trágico acidente, ele utiliza seu nariz e seus pés para jogar tênis, nadar e até dirigir.

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Vikram Agnihotri, um indiano de 45 anos, perdeu os braços quando era crianças ao tocar acidentalmente um cabo de alta tensão. Mas, em vez de se afundar em depressão, decidiu não deixar que sua deficiência física limite sua vida e aprendeu a usar os pés, nariz e ombros para realizar tarefas cotidianas.

Vikram vai ao ginásio toda manhã, joga futebol e tênis usando seus ombros e vai nadar todos os dias. Além disso, criou uma ONG em 2013 chamada Ganadores na Vida (WIL), que dirige programas de capacitação motivacional e realiza conferências para pessoas com deficiência.

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Vikram não é um campeão paralímpico, mas é um campeão da vida. Não acham?

Fonte: perfeito.guru

Conheça o único e incrível condutor de orchestras com Síndrome de Down!

Nenhum condutor de orquestra é igual ao outro e José Omar Dávila não é a excepção.

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Antes de nascer, em 21 de fevereiro de 1982 o garoto foi diagnosticado com Síndrome de Down. Porém, a sua mãe, Teresa Durán Dávila, desde sua barriga já sabia que seu filho seria músico.

O único diretor com Síndrome de Down nasceu na Venezuela e começou a sua carreira musical no Programa de Educação Experimental (PEE) para crianças com necessidades especiais. Desde 2003 ele estudou xilofone e direção. Além disso, fez parte do grupo de percussão do Departamento de Educação Especial.

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Este projeto do Sistema Nacional de Orquestras Infantis e Juvenis da Venezuela foi criado em 1995, com a finalidade de ser uma ferramenta no desenvolvimento do potencial, autonomia e inclusão social de crianças com necessidades educativas especiais.

O programa teve o apoio do fundador do Sistema Nacional de Orquestras, Mestre José António Abreu, espalhando-se para muitos centros musicais na Venezuela e no mundo.

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Jose Omar foi convidado especial na abertura dos Jogos Olímpicos para pessoas com deficiências intelectuais em 2010 em Figueres, Espanha.

Em 2011 foi homenageado pela Fundação “Consciência e Valores” como Personalidade do Ano.

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O segredo não está na batuta

“Todas as pessoas dizem que eu sou muito especial. Disseram-me que graças a mim, outras crianças especiais foram integradas ao programa. Agora, existem por volta de 120 crianças no Programa de Educação Especial e fico contente de ter feito uma contribuição”.

Fonte: perfeito.guru