sábado, 23 de setembro de 2017

“Fiz plástica pra me ver bonita e fiquei cega”, diz Joelma Albuquerque - Veja o vídeo

Há dois anos, a cabeleireira de Ceilândia perdeu a visão após uma cirurgia estética. Médicos não sabem explicar o que deu errado

por LEILANE MENEZES

Hugo Barreto/Especial para o Metrópoles

Aos poucos, o rosto dos próprios filhos torna-se uma lembrança que teima em se desfazer. Joelma Albuquerque persegue a memória dos semblantes amados para que eles não sejam como fotografias borradas pela ação do tempo.

Em pensamento, a mãe tenta adivinhar como envelhecerá o caçula, João, com 18 anos recém-completados. Da última vez que ela o enxergou, o menino tinha 16 anos. Agora, os olhos dela já não alcançam o mundo ao redor.

Há dois anos, Joelma perdeu a visão após uma cirurgia plástica. Investiu dinheiro e correu riscos para se ver mais bonita, mas não teve a chance de admirar os resultados da abdominoplastia (para retirar o excesso de gordura e de pele da barriga) e da mamoplastia (para remodelar os seios) que fez aos 45 anos.

Perto de completar meio século de vida, Joelma sentia-se bem na própria pele, mas alguns sinais naturais do tempo a incomodavam. “Queria ficar mais bonita para o meu marido, para o meu trabalho. É muito difícil ser mulher em uma sociedade que te diz o tempo todo que só é bom ser jovem e vestir 38”, afirma.
Ela, então, se planejou: economizou, organizou a agenda para ficar dois meses sem trabalhar em seu salão de beleza e escolheu cuidadosamente um cirurgião plástico. Em 12 de outubro de 2015 internou-se para fazer os procedimesto.

                             HUGO BARRETO/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES
                          Hugo Barreto/Especial para o Metrópoles
Joelma passa maquiagem e arruma o cabelo sem ajuda de ninguém. “No começo, vestia umas roupas ao contrário. Hoje acontece menos.”

Três dias depois, já em casa, sentiu a visão embaçar. “No começo, achei que era efeito de um creme que passei no rosto, mas foi piorando e fui até um hospital, onde passei a noite em observação”, lembra.

Na manhã seguinte, ao acordar, Joelma estava 100% cega. Abrir os olhos naquele dia foi o que ela chama de “o pior momento da minha vida”. A primeira reação da cabeleireira foi sentir-se culpada. “Comecei a me condenar, a pensar que eu tinha feito algo para merecer aquilo. Sou evangélica e meu pastor me ajudou muito a superar essa sensação”, relata.

Depois de me fortalecer, eu só pensava: Deus vai me ensinar a viver na escuridão"
Joelma Albuquerque

Médicos fizeram uma bateria de exames, analisaram todos os resultados, mas nunca encontraram uma resposta para justificar a cegueira. Levaram três meses para chegar a uma conclusão: Joelma nunca mais voltaria a enxergar, nem mesmo com transplante de córneas. “O nervo óptico nos dois olhos estava morto e ninguém sabe o motivo. Não tenho provas de que foi erro médico nem de que não foi. Minha pressão era normal, a saúde perfeita”, diz.

Ao sair da internação, Joelma desabou e chorou nos braços do marido, Cláudio. “Naquele momento, ele me disse: serei os seus olhos fora do seu corpo. Aquilo me deu muita força para seguir em frente”. A motivação para superar comentários maldosos sempre veio do amor. “Muita gente me dizia que isso era punição de Deus pela minha vaidade. Meu Deus não é vingativo, ele é só amor. Entender isso foi essencial para a minha volta à vida.”

O primeiro dia sozinha em casa

Ações rotineiras como limpar a casa e cozinhar tornaram-se desafios. Joelma optou por não contratar ajuda, apesar da insistência da família. Quando todos saíram para trabalhar ou estudar, num dia comum, ela resolveu dar faxina sozinha. Pegou balde, sabão e vassoura e começou o serviço. Caiu no chão duas vezes. “Só pensava: Deus me dá a sua mão, eu preciso me levantar”.

Aos poucos, ela reaprendeu a fazer as atividades cotidianas. A divisão de tarefas também ficou cada vez mais frequente na família. Os filhos mostraram-se grandes companheiros. Ajudaram a mãe a descobrir tecnologias que permitem acessar a internet mesmo sem a visão e apoiam-na em tudo. “Me tornei um pouco filha, deixei que cuidassem de mim”, avalia.

A parte mais triste de ficar cega é o medo de esquecer o rosto dos meus filhos, especialmente o do mais novo, que ainda vai mudar muito"
Joelma Albuquerque

Quando fez a cirurgia, Joelma estava no auge de sua carreira. Cabeleireira respeitada em Ceilândia, ela começou um salão de beleza na garagem da própria casa. Anos depois, conseguiu inaugurar sua loja, na QNP 17. Estudou até virar referência em coloração de cabelos.

“Tinha quatro filhos, casa própria e estava realizada profissionalmente. Gostaria que meu corpo refletisse minha autoestima. Hoje penso que poderia ter feito isso de outra maneira”, afirma.

Joelma não deixou de trabalhar por conta da limitação visual. Continua à frente do salão que leva seu nome. Também monitora de perto sua equipe. “Toco no cabelo da cliente, cheiro e sei os produtos que ela já usou, se os fios estão saudáveis. Tudo passa pelas minhas mãos”, relata.

Ela ainda faz escovinha e outros procedimentos, especialmente em ações de caridade da igreja que frequenta. “Não poder fazer mechas nos cabelos de uma cliente ainda é muito triste para mim, uma ferida aberta. Eu era muito boa nisso”, lamenta.

HUGO BARRETO/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES
Hugo Barreto/Especial para o Metrópoles
Mesmo sem enxergar, Joelma Albuquerque ainda atende clientes em seu salão

Todos os dias pela manhã, Joelma ainda para diante do espelho. Agora, não vê mais sua imagem refletida nele, mas não perdeu o hábito de se maquiar, enfeitar-se com bijuterias e escolher cuidadosamente a roupa que usará. “Não pude ver o resultado da cirurgia, curtir minha nova forma. Mas eu me pego, me toco, me vejo bonita. Todo dia eu repito para mim mesma na frente do espelho: você é linda.”

Fonte:

A vida depois de… ficar paraplégico ao dar um passo em falso - Veja o vídeo.

Ex-secretário de turismo do DF, Tavinho está sobre uma cadeira de rodas. Após cair do telhado de casa, ele reaprende e ensina a viver

por LETICIA CARVALHO

REPRODUÇÃO/FACEBOOK
Reprodução/Facebook
Tavinho e Mariana

Em uma manhã de domingo até então tranquila, Luis Otávio Neves, 50 anos, resolveu consertar o telhado de casa na Quadra 23 do Park Way. Enquanto arrumava as telhas, a sua companheira há 16 anos, Mariana Braga, o amparava. Era 31 de maio de 2015 e, em questão de segundos, a vida deste homem virou de cabeça para baixo.

Após um pequeno descuido, Tavinho, como é carinhosamente conhecido, sofreu uma queda do teto ao chão. Calçando um tênis, ele subiu no telhado com a ajuda de uma escada. Depois de pisar em falso, acabou quebrando uma das telhas, caiu de uma altura de 3m e ficou paraplégico. “Gritei de dor e percebi que já não sentia mais as pernas”, lembrou.

Ele fraturou a vértebra L1 e o impacto do acidente comprimiu a medula espinhal. “Um movimento errado mudou tudo. Eu poderia ter morrido”, lembra. Durante 30 dias, ele ficou internado no Hospital Sarah Kubitschek, onde começou sua reabilitação.

Um ano antes da queda, o publicitário e bacharel em direito atuou como Secretário de Turismo da gestão de Agnelo Queiroz (PT) no GDF. Ocupou a posição entre 2011 e 2014. No cargo, ele lidou com situações profissionais difíceis de solucionar. A realização de uma Copa do Mundo, até então, estava no topo de sua lista de desafios. Após o acidente, ele redefiniu o conceito da palavra “dificuldade”.

Hoje, nada o deixa mais feliz que perceber a evolução diária em sua recuperação. Pequenas vitórias são motivos de grande alegria. Durante dois meses, ele contou com ajuda de um cuidador para fazer tarefas ordinárias, como tomar um banho.

Essas conquistas simples o encorajaram a testar seus limites.“Este ano, consegui fazer um mergulho em Cozumel (México). Quase chorei embaixo do mar. Um dia ainda vou tentar esquiar novamente”, projeta.

Não dá mesmo pra duvidar dos planos dele. Na cadeira de rodas, Tavinho já andou de barco, nadou em rio e viajou para acompanhar as Olimpíadas Rio 2016. Assistir aos Jogos Paralímpicos, contudo, não foi possível devido a uma cirurgia pela qual ele passou.

O ex-secretário foi submetido a uma operação que tinha o objetivo de diminuir a intensidade da dor neuropática – causada por lesão no sistema nervoso central. Para tentar amenizar o desconforto, Tavinho toma, em média, nove remédios diferentes diariamente.
O esporte também tornou-se um aliado no tratamento. Ele pratica canoagem e desbrava as águas do Lago Paranoá duas vezes por semana. Um detalhe: o caiaque não é adaptado para usuários de cadeira de rodas, mas ele enfrenta o desafio.

Dirigir foi mais um obstáculo nesse processo de readaptação. Ele precisou se matricular em uma autoescola e aprendeu a conduzir um carro sem o movimento das pernas, em um veículo com câmbio automático. No lugar dos pedais, Tavinho com as mãos freia e acelera o automóvel por meio de uma alavanca. Tudo para poder ter autonomia, levar os filhos ao colégio, comprar os próprios remédios e ir a consultas.

GIOVANNA BEMBOM/METRÓPOLES
Giovanna Bembom/Metrópoles
Detalhe do carro modificado para atender as necessidade de Tavinho

Mariana, casada com Tavinho, admira a postura do marido, que não perdeu a alegria. “Ele é o mais otimista e sempre manteve o bom humor. Escolheu esse modelo da cadeira, mais leve, porque a gente sempre gostou de dançar e ele queria continuar dançando.”

Nunca me dei o direito de ficar de baixo astral. Tenho dois filhos, uma mãe de 84 anos, esposa. Se eu me permitisse a tristeza, isso jogaria para baixo a minha família inteira"
Tavinho

Arquivo Pessoal
Tavinho com a mulher e os filhos

Barreiras no caminho

Ao perder os movimentos das pernas, Tavinho, que já esteve no papel de gestor no DF, sentiu o peso de uma cidade mal planejada. Por falta de acessibilidade, para transitar nas comerciais do Plano Piloto e até mesmo na Rua das Farmácias, ele, muitas vezes, precisa se arriscar junto aos carros nas pistas.


GIOVANNA BEMBOM/METRÓPOLES
Giovanna Bembom/Metrópoles

A primeira visita a um shopping depois de deixar o hospital marcou Tavinho e família. Durante um passeio ao Gilberto Salomão, o publicitário se viu impedido de entrar em uma loja de departamentos por falta de passagem para a cadeira de rodas.

Ao se encontrar por acaso com o dono desse centro de compras, ele sugeriu a adaptação do local para maior acessibilidade. A resposta, segundo Tavinho, não foi gentil. O empresário o aconselhou a deixar o prédio, dar a volta no estacionamento e entrar pelo subsolo. “Ele ainda me disse que seria um ótimo exercício”, acrescentou o ex-secretário de turismo.

O caso virou ocorrência na 10ª Delegacia de Polícia (Lago Sul). Tavinho, no entanto, não prosseguiu com a denúncia. A intimação do empresário para prestar depoimento já satisfez o ex-secretário, que preferiu guardar suas energias para novas batalhas.

Desde o acidente, Tavinho se distanciou da atividade política. Em 2012, ele viveu momentos de turbulência em sua vida pública. Na época, ele integrava as bases do PSB, partido liderado no DF pelo então senador Rodrigo Rollemberg.

Quando Rollemberg deixou de apoiar a administração de Agnelo Queiroz, Tavinho preferiu sair do partido a abrir mão do cargo de secretário. A divergência gerou um mal estar naquele período, mas não abalou a amizade entre ele e o hoje governador, que lhe deu demonstrações de solidariedade após a queda.

Tavinho tem fé que a limitação física é passageira. Ele mantém-se forte na esperança de não mais precisar da cadeira de rodas. Nunca perguntou aos médicos se voltará a andar.

“Nenhum deles vai me dizer com certeza e não quero receber uma resposta que vai me jogar lá para baixo. Tenho certeza que vai acontecer. Eu faço a minha parte”, diz, com um sorriso tranquilo.



Cadeirantes utilizam triciclo motorizados gratuito para percorrer a Cidade do Rock - Veja o vídeo.

Portadores de necessidades especiais podem utilizar equipamento de maneira gratuita pelo período de duas horas durante o evento.

Por Bruno Albernaz, G1 Rio

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Cadeira motorizada facilita mobilidade na Cidade do Rock

Para se tornar uma Cidade do Rock mais acessível, o Rock in Rio recebeu algumas adaptações que auxiliam pessoas com dificuldades de locomoção. 

Click AQUI para ver o vídeo.

Nessa edição, os portadores de necessidades especiais podem utilizar cadeiras motorizadas de maneira gratuita pelo período de duas horas durante o evento - a partir da terceira é cobrado um valor adicional por hora.

O engenheiro mecatrônico Julio Alves trouxe para o Rock in Rio o Kit Livre, equipamento que transforma uma cadeira de rodas convencional em triciclo motorizado. Segundo o profissional e idealizador do projeto, a ideia foi o resultado de sua tese do mestrado.

"Aqui no Rock in Rio foi uma parceria que surgiu junto com a equipe de operação que organiza a área de pessoas com necessidades especiais. A ideia é promover mais acessibilidade para quem está com algum tipo de deficiência física motora. A pessoa que lesionou a perna, a pessoa que é cadeirante, ou qualquer outro tipo de necessidade que atrapalhe na sua movimentação, o kit vem para auxiliar isso e ele pode aproveitar todas as atrações da Cidade do Rock”, diz o engenheiro.

O técnico ambiental, Alan Umbelino, de 31 anos, sofreu um acidente há 1 mês e foi de muletas para o Rock in Rio. Para ele, esse serviço foi fundamental para sua locomoção. “Desde a portaria eu já vim no carrinho de cadeira até o local de credenciamento. Agendei o uso da cadeira e vou ter a oportunidade de conhecer a cidade do rock de uma maneira mais acessível”, conta o técnico ambiental.

Além desse serviço, os portadores de necessidades especiais encontram na Cidade do Rock sinalização em braile, piso tátil, estacionamento exclusivo para pessoas com dificuldade de locomoção, plataformas em frente aos palcos reservadas, área com piso que vibra para o público com deficiência auditiva sentir o som e uma oficina para reparos de cadeiras de rodas.

Fonte: g1.globo.com



Superação: DJ tem 40% do corpo amputado e vence o câncer

Devido a infecções geradas na pele em função da paraplegia, Renildo Silva teve que passar pelo procedimento

por PALOMA SANTOS

REPRODUÇÃO/TV FOLHA
Reprodução/TV Folha

Renildo Silva Santos, de 35 anos, decidiu passar por uma dramática intervenção cirúrgica para sobreviver e seguir com a carreira de DJ. A hemicorporectomia, procedimento ao qual foi submetido, é uma amputação severa, em que são retirados todos os tecidos e órgãos do umbigo para baixo.

A cirurgia se fez necessário por conta de um câncer gerado pelas infecções da paraplegia. Aos 12 anos, ele e um amigo subiram no telhado da casa de um vizinho para pegar uma pipa, mas foram recebidos a balas. Renildo foi atingido e ficou paraplégico.

O tumor ameaçava órgãos vitais, e uma equipe do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo viu na amputação uma chance de o DJ continuar vivo. “Eles falaram de cara que iriam cortar abaixo do umbigo e me disseram que a chance de acabar com a doença era grande, mas não total. Na hora, eu fechei com eles. Só eu e minha esposa sabíamos o sofrimento que eu passava, sendo internado a toda hora, tomando injeções, remédios, sempre com febre”, contou, em entrevista à Folha de S. Paulo.

A única mudança no organismo que ele percebe é um aumento da sensação de calor, que, de acordo com os médicos, é em razão da perda de área corpórea.
A cirurgia demorou cerca de 15 horas e precisou de seis equipes médicas que se revezavam. “Foram retirados ossos das pernas e liberada toda a parte muscular, formando uma espécie de suporte para os órgãos internos”, explicou André Sagawara, da Rede Lucy de Reabilitação do Governo de São Paulo.

Vida normal

Nas últimas semanas, o DJ começou a testar a prótese, com a qual ele já consegue “ficar de pé”, sem apoio, e se locomover. Com ela, Renildo mede 1,14m. O objetivo é que, com a adaptação e o tempo, a prótese cresça e ganhe “joelhos”, para que ele possa fazer vários tipos de movimentos. Ao final, ele deverá ter 1,60m.

“Não tenho ansiedade para o futuro. A cirurgia deu certo, estou bem. O que vier a mais será lucro. A prótese vai me dar mais qualidade de vida, mas quero tocar minhas coisas logo, fazer minhas festas, ganhar meu dinheiro, cumprir meus compromissos”, disse.

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Fonte: metropoles.com/brasil - Imagens Folha de São Paulo

Grupo Globo e Comitê Paralímpico Brasileiro lançam selo especial para celebrar o Dia do Atleta Paralímpico

                           Imagem
por CPB

O Grupo Globo e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) se uniram em uma parceria que deu origem ao Selo Brasil Paralímpico. A marca será lançada nesta sexta, dia 22, data em que é comemorado o Dia do Atleta Paralímpico e vai ser usada pelas duas entidades, em todas as plataformas, sempre que o assunto for o Movimento Paralímpico.

A marca foi criada pela área de Comunicação & Branding da Globosat tendo como base três pilares: força, excelência e conquistas. Cada um deles foi representado por um elemento visual.

A comemoração do dia do atleta paralímpico também inclui programação especial na Globo e nos canais SporTV. Clodoaldo Silva, Yohansson do Nascimento, André Rocha e Ricardinho Alves são os convidados do SporTV desta sexta, dia 22. Os atletas estarão em diferentes atrações ao longo do dia para falar sobre suas modalidades, contar sobre os treinamentos e revelar o que está por vir.

Na sexta, a partir de 12h55, o nadador Clodoaldo Silva e André Rocha, atual campeão mundial de lançamento de disco, vão marcar presença no "Giro", que vai ao ar no SporTV 2. Na sequência, às 15h, é a vez do corredor Yohansson do Nascimento participar do "Planeta SporTV", que também vai ao ar no SporTV 2. O alagoano acumula medalhas desde Pequim, em 2008. Nos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio, ele foi prata no revezamento 4x100m masculino - T42-47 e bronze nos 100m rasos T45/46/47. Ricardinho, integrante da Seleção de futebol de 5, é o convidado do "Tá na Área", transmitido ao vivo, às 17h, no SporTV. Ele é o mais jovem atleta a ganhar o título de melhor jogador do mundo, prêmio que levou aos 17 anos.

Já no Globo Esporte do dia 22, o público poderá acompanhar uma matéria sobre o dia a dia de um atleta paralímpico, como são os treinos e qual a estrutura é necessária para um bom resultado. No domingo, dia 24, o Esporte Espetacular também dedica uma matéria exclusiva ao tema e exibe os detalhes do Centro de Treinamento Paralímpico, que fica em São Paulo e é um dos mais modernos do mundo.

Para quem quiser acompanhar o cenário dos atletas paralímpicos ainda com mais detalhes, o sportv.com vai dedicar um espaço exclusivo para matérias sobre o tema. De 21 a 23/09 no endereço http://sportv.globo.com/site/ep/paralimpicos/ os fãs poderão conferir matérias com os nadadores Daniel Dias e Patrícia Santos e com o halterofilista Evânio Rodrigues.

Além da programação do dia 22, o SporTV prevê a transmissão de diferentes eventos esportivos de modalidades paralímpicas. A estreia será a exibição ao vivo das semis e final da Copa de Futebol de 5, dias 7 e 8 de outubro, no canal SporTV 3.

Fonte: cpb.org.br

Equipe brasileira de bocha disputa torneio em Kansas, Estados Unidos

Alaor Filho/CPB/MPIX
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Por CPB

Quatro atletas do Brasil iniciam nesta sexta-feira, 22, a disputa do Open Internacional de bocha paralímpica, em Kansas, nos Estados Unidos. A competição se estenderá até o dia 29 e é uma das principais do calendário anual da Federação Internacional de Bocha (Bisfed, em inglês).

José Carlos Chagas e Guilherme Germano (classe BC1) e Natali Fraga e Maciel Santos (BC2) foram os atletas selecionados pela Associação Nacional do Desporto para Deficientes (ANDE), responsável pela bocha paralímpica do Brasil. Além deles, uma equipe com sete profissionais multidisciplinares também viajou ao país norte-americano.

O evento será disputado no KCI Expo Center e contará com 80 atletas de 16 países: Alemanha, Argentina, Austrália, Bermudas, Brasil, Canadá, Colômbia, Croácia, Estados Unidos, Grã Bretanha, Grécia, Holanda, Japão, México, Eslováquia e Taiwan.

Vale ressaltar que esta é uma das modalidades mais vencedores do esporte adaptado brasileiro. Nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, Antonio Leme, Evani Calado e Evelyn Vieira foram medalhistas de ouro nos pares BC3, enquanto Dirceu Pinto, Marcelo Santos, Eliseu Santos ficaram com a prata nos pares BC4.

Fonte: cpb.org.br

Brasil goleia a Holanda e fica em sétimo no Mundial de Futebol de 7

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Por CPB

A Seleção Brasileira de futebol de 7 encerrou nesta sexta-feira, 22, a sua participação no Campeonato Mundial da modalidade, disputado em San Luis, na Argentina. A equipe nacional terminou o evento com uma vitória sobre a Holanda por 7 a 0, em partida válida pela disputa do sétimo e oitavo lugares da competição.

O Brasil havia ficado com o primeiro lugar do Grupo A da competição, após vitórias sobre a Irlanda, Canadá e Espanha. No entanto, por causa do cruzamento das chaves, acabou enfrentando o Irã nas quartas de final. A equipe asiática é a atual vice-campeã paralímpica, e superou os brasileiros por 1 a 0, na prorrogação.

A participação do país seguiu e o time foi derrotado pelos Estados Unidos por 3 a 2, o que fez com que o Brasil fosse para a disputa do sétimo lugar.

O Mundial de Futebol de 7 terminará neste sábado, 23. Irã e Ucrânia reeditam a final dos Jogos Paralímpicos, em que os ucranianos ficaram com a medalha de ouro. Disputam o bronze Rússia e Inglaterra.

Fonte: cpb.org.br